Resenha – Deus não está morto

Inspirado no último CD da banda gospel Newsboys, da Australia, Deus não está morto é, sobretudo, um filme que parte do ponto de vista cristão. A história toda é baseada nas prerrogativas sobre a existência de Deus e a defesa do cristianismo dentro das Universidades. Talvez por isso o longa esteja chamando tanto a atenção nas redes sociais.

Segundo informações, Deus não está morto teve o seu material compartilhado por mais de 700 mil vezes. David AR White é o principal nome do filme, atuando no papel do pastor Dave e como produtor do longa, ao mesmo tempo.

Shane Harper, no papel do estudante Josh, e Kevin Sorbo, no papel de professor de filosofia, compõem o elenco. Quem produz Deus não está morto é a LifeWay Films, que conta com a parceria de igrejas norte-americanas para a divulgação do filme.

O enredo da história levanta uma reflexão a partir da prerrogativa de que o tempo de vida universitária é o tempo em que mais as pessoas se afastam de Deus e da igreja. E isso fica evidente, principalmente, nas passagens em que o professor de filosofia, Dr. Radisson, testa a fé do aluno Josh. O professor faz com que todos os seus alunos assinem uma declaração afirmando que Deus está morto.

Só é aprovado quem assina e concorda com a ideia. Josh, no entanto, se recusa a assinar e, a partir de então, trava uma série de debates durante as aulas do professor Radisson, cheios de argumentos, para tentar comprovar a ele que Deus existe. Antes de ser docente, Dr. Radisson era religioso – porém, perdeu a fé quando teve um irmão morto e culpa Deus pelo acontecimento.

Durante o filme, o professor testa Josh de todas as formas, compondo diversos debates durante as aulas de filosofia. O filme estreou em março deste ano, nos cinemas dos Estados Unidos, e já arrecadou mais de US$40 milhões, só no primeiro mês.

O orçamento de Deus não está morto foi calculado em apenas US$2 milhões, e trata-se de um tipo de filme que vai agradar muito mais a quem concorda com o ponto de vista religioso, não tendo escapado das críticas dos profissionais da indústria do cinema. Menos de 15% dos críticos, no panorama geral, aprovaram o longa, que foi assinado pelo diretor Harold Cronk.

A trama de Deus não está morto

Deus não está morto

Na trama, um grande ponto ao qual o filme fomenta é sobre os sacrifícios que passa quem deseja seguir Cristo. O jovem Josh, bastante religioso, é capaz de deixar tudo de lado, incluindo noiva, trabalho, universidade e mais uma série de coisas, para se dedicar a comprovar a existência de Deus.

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Josh faz o papel de herói do filme. Talvez o centro da discussão a ser levantado no filme é uma crítica baseada na tese de que os ambientes universitários são compostos de docentes ateus, que de alguma forma ‘intimidariam’ as pessoas religiosas dentro daquele ambiente.

Em certo ponto de Deus não está morto o debate está tão acalorado que o professor Radisson acaba perdendo a namorada por conta de suas convicções. O filme não vai além disso.

Resenha – Deus não está morto

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