Quatro evangelhos, opiniões divergentes que se completam

Jesus declarou determinada vez que a respeito dos fatos que ele revelava aos discípulos  que poderia deixar de existir céus e terra, mas as coisas das quais ele falava, teria seu cabal cumprimento. É justamente sobre isto que falaremos neste breve ensaio hoje a harmonia no cumprimento dos evangelhos. sigamos então com a revelação de Pedro.

“Esta salvação foi algo que os profetas não compreenderam inteiramente. Embora eles tenham escrito sobre ela, tinham muitas indagações a respeito de que tudo isso poderia significar.

Deveriam saber a respeito de que o Espírito de Cristo estava falando no seu intimo, pois Ele lhes mandava escrever os fatos que de lá para cá, tem acontecido com Cristo… E eles queriam saber quando e a quem tudo isto iria acontecer.” 1 Pe 1. 10,11 – Bíblia Viva – Editora Mundo Cristão

Os santos do Antigo Testamento morreram na fé, sem compreenderem as promessas, mas crendo (Dn. 12.8), desejando o seu cumprimento (Ag 2. 7) e expressando claramente o desejo de redenção Hb 11. 13,15,39). O Antigo Testamento é um livro incompleto, os acontecimentos preditos no antigo Testamento tem o seu cumprimento no Novo Testamento.

Marcos, conexão com o Antigo Testamento

quatro evangelhos

Marcos no principio do seu evangelho faz a conexão com o Antigo Testamento (Mc 1.1,2) ao se referir ao precursor do Cristo e concluir logo em seguida “O tempo está cumprido”. Igualmente Mateus e Lucas fazem-lhe coro: “Para que se cumprisse”, confira Mt 1. 22; 2. 15,17,23; 3. 15 e pp. Lc 1. 1, 45; 4. 21; 18. 31 e pp.

Na imagem abaixo, ilustração dos quatro evangelhos. O evangelho de Lucas representando a Jesus na condição de Homem. Mateus, representando-o na condição de leão (rei). Marcos, representando na condição de boi (servo) e João apresentando-o como águia (divindade).

Para que compreenda melhor esta questão, recomendo que leia o artigo Os quatro serafins na visão de Ezequiel, você vai ter uma visão poderosa dos evangelhos ao ler este artigo. O evangelista João contrariando os demais evangelistas registra primeiramente a surpresa dos que primeiro encontraram o Cristo: “Achamos!” Jo 1. 41,45, para depois entoar a mesma música com as mesmas notas (12. 38; 13. 18; 15. 25 e pp).

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Por hoje ficamos por aqui, amanhã declinaremos a razão do porque há quatro evangelhos, com os relatos apresentando diferenças com questões que soam divergentes, no entanto há harmonia nas diferenças, o que acaba somando e jogando luz em todas as direções.

Quatro evangelhos, opiniões divergentes que se completam

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