Facebook é o grande mentiroso das redes sociais

O Facebook faz algumas coisas aleatórias, na qual não pedi e acrescenta outras, sobre pessoas que conheço, que não teriam certas atitudes de maneira nenhuma. Exemplo: Fulana curte a cerveja fulana de tal. Eu conheço a irmã e sei que ela é meio talibã e ela não curtiria cerveja nenhuma, nem amarrada.

O Facebook implantou uma forma de comunicação que pensa estar agradando, assim que abre a página, aparece no alto da timeline uma pergunta “O que está acontecendo Fulano?” Ora, Facebook, cuida da sua vida, vai raspar o fiofó no asfalto.

As páginas sugeridas é outro tormento. Junto com a página sugerida vem a informação de que a sugestão se baseia na experiência de navegação. Isto é tirania, abuso do Facebook. Constantemente aparece: Ciclano e Fulanos querem ser seus amigos. São caras que nunca vi, não tenho acesso e nem eles a mim. Como é que desconhecidos totalmente podem querer não sei o quê?

Nós temos pulado de um a outro sistema de sociabilidade, como o skipe, messenger, email e outros, até chegarmos ao Facebook, com uma rapidez absurda. Tenho medo, quando um programa começa a acrescer dados aleatórios.

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Uma conhecida minha, com todo o respeito, que mal sabe escrever direito, fez uma página no Face, mas que também não sabe postar nada, me convidou a jogar um jogo Chefville, ou DragonCity. A mulher não sabe escrever nem o portuga, vai escrever isso ai? Facebook estou de olho em você!

Paulo Sérgio Lários

Paulo Sérgio é Presbitero, tecnico de informática e escritor



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